Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mostre o que sua arma tem de bom (e de ruim tb) !

Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Andersonymk » 09/10/2013 - 20:21:10

Review – Beeman Sportsman RS2 Series

Este material é propriedade do autor e do fórum Armas de Ar. A reprodução total ou parcial em outro local só poderá ser feita com ordem expressa do autor ou do administrador do fórum.

Este será uma revisão e comparativo entre duas armas de mesmo modelo. Porém, uma delas original e a outra com pistão aliviado e mola a gás de 55 Kg.

1.Review:
1.1.impressão geral e descrição da carabina;
1.2.medidas;
1.3.teste de velocidade (V0);
1.4.agrupamento a 10 e 25 metros;
1.5.teste de impacto em barra de sabão;
1.6.teste de perfuração.
1.7.teste em silhuetas metálicas 1/10 (.177)
1.8.teste em silhuetas metálicas 1/5 (.177 e .22)
1.9.teste em silhueta metálica a 50 metros
1.10.teste em lata de refrigerante a 75 metros

2.Comparativo entre as duas carabinas
Para fim de diferenciação:
GR = beeman com pistão aliviado e mola à gás de 55Kg.
MH = beeman com pistão original e mola helicoidal de aço.

Cano 1: cano que originalmente veio com a beeman com GR
Cano 2: cano que originalmente veio com a beeman com MH

2.1.comparativo entre agrupamentos da carabina GR vs. MH cada uma usando o seu cano;
2.2.comparativo entre os agrupamentos da carabina com GR usando o cano 1 e cano 2;
2.3.comparativo entre os agrupamentos da carabina com MH usando o cano 1 e cano 2;

1.1.impressão geral e descrição da carabina;

Esta carabina vem acondicionada em uma bolsa de nylon preta com 86,0 x 20,0 x8,0 cm. Possui uma alça para facilitar o transporte e é rígida o suficiente para proteger a carabina de pequenas pancadas que são normais no manuseio. A parte interna tem presilhas com velcro para manter na posição arma sem o cano, a luneta dentro da caixa e do lado oposto os dois canos, cobertos por uma aba que evita seu contato direto com a arma.
Na bolsa de transporte vem além da arma: dois canos, uma luneta 4x32, sacola com ferramenta e material de reposição.
Além destes materiais que vem da Beeman a Rossi ainda acrescenta uma lata de WD e um óculos de proteção.
Esmiuçando a lista teremos:
- Material vindo da Beeman:
01 carabina (coronha + ferragem)
01 cano no calibre .177 (4,5mm) com a massa de mira
01 cano no calibre .22 (5,5mm) com a massa de mira
01 chave tipo halen de 4mm
01 o’ring de vedação do cano com a câmara (reserva)
01 prisioneiro para fixação do cano (reserva)
01 manual de instruções ilustrado de como montar os canos na arma
01 luneta riflescope 4x32
01 par de mout
01 chave além para montar a luneta

- adicionado pela Rossi (importador)
01 manual de instruções em português
01 aviso de uso quanto a disparos à seco e lubrificação da interna da câmara
01 óculos de proteção incolor em material plástico
01 embalagem de WD40 com 65ml;

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A luneta que acompanha a carabina é uma modelo da riflescope, fabricada na china com objetiva de 32 milímetros e zoom de 4 vezes. Acompanha na caixa uma chave alen, sílica gel e manual de instruções em português.
Pelo que pude notar é a mesma luneta que acompanha, ou pelo menos acompanhava as carabinas CBC Montenegro super GII, porém vem com logotipo de Beeman.
Pelo que conheço desta luneta em cima da minha CBC Montenegro ela é bem robusta e parece aguentar bem o recuo destas carabinas.
O mount que acompanha a luneta é duplo e bem simples. Tem apenas três parafusos tipo alen, sendo dois para segurar as anilhas e um para segurar no rabo de andorinha.
Na Beeman que está com mola original, devido ao maior recuo e vibração, houve problema em fixar a luneta. Fez-se necessário adicionar fita dupla face entra as peças e o tubo da luneta.
OBS: ao montar a luneta sobre a arma evite dar torque excessivo nos parafusos das anilhas, isso pode causar danos ao tubo.

Embalagem da luneta. Caixa de papelão simples, com uma sacola plástica para evitar umidade excessiva, e poliestireno para proteger contra impactos leves. Dentro da sacola tem sílica gel.
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Dados sobre o fabricante da luneta.
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Informações adicionais da Rossi: a luneta já vem previamente calibrada para o calibre 5.5mm. No entanto não diz à que distância e qual massa de chumbo. Usei JSB 15,9 grains a 25 metros e o POI foi bem próximo ao centro do alvo. O que leva a concluir que devia estar zerada a 25 metros e com um chumbo de massa parecida.
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Na tampa da caixa existe um desenho que faz alusão ao reticulo (30x30) e dá informações sobre zoom e diâmetro da objetiva.
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Caixa aberta mostrando seu conteúdo.
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Local de fabricação da luneta.
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Vista geral da luneta sem as tampas de proteção das torres. O logo da Beeman vem na parte traseira na regulagem da ocular.
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Detalhe da torre de regulagem vertical do POI. Existe uma marcação para qual lado deve ser girada para elevar, bem como inscrições sobre os ajustes. ¼ MOA a 100 jardas. O Ajuste deve ser feito com uma chave de fenda ou mesmo uma moeda.
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Detalhe da torre de regulagem vertical do POI. Marcação para o deslocamento à esquerda seguindo a seta.
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Detalhe do retículo tipo 30 x 30. Nele não há marcação dos mildot. A compensação caso necessária deve ser feita clicando as torres.
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Detalhe do mount de construção bem simples.
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Completa ainda a lista de itens, os dois canos da arma. Um em .22 e outro em .177.
Os canos vêm separados da arma e são transportados na bolsa do lado oposto da arma, presos a lateral por alças de velcro e protegidos por um papelão e uma aba de courvim.
A colocação dos canos na arma é bem fácil, basta afrouxar um pouco o prisioneiro e depois encaixar o cano no bloco. Existe na lateral do bloco e do cano um desenho que indica a posição correta do encaixe.
Para manter na posição o prisioneiro pressiona um entalhe na parte inferior do cano.
Apesar de ser um sistema bem prático, ele não contribui muito para uma boa precisão da arma, pois existem duas características que interferem negativamente no funcionamento:
1ª o prisioneiro tende a afrouxar com muita facilidade devido as vibrações da arma. Na arma que estava com GR este afrouxamento era mais lento, mas também ocorria com cerca de 20 a 25 disparos, enquanto que na mola cerca de 15 a 20 faziam o mesmo resultado.
2ª a usinagem entre as peças de encaixe não é muito precisa, dos quatro canos que estão aqui, três entram com maior folga no bloco e sentem mais o efeito do afrouxamento do parafuso. Um dos canos .177 (cano 2) entra bem mais justo exigindo certa esforço para retirada e colocação, porém não sente este afrouxamento.
Detalhe das setas para alinhar o cano com o bloco.
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Detalhe do entalhe para encaixe do prisioneiro no cano.
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Detalhe do prisioneiro na parte inferior do bloco. Este parafuso tem a função de manter o cano no lugar e dele depende a precisão da arma.
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Detalhe da parte superior do cano. A oxidação foi desgastada neste ponto, pois com o cano frouxo, ele tende a movimentar estar parte contra o bloco, marcando a peça.
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Ao montar a carabina, nota-se que o acabamento é de média qualidade. A coronha de madeira é bem acabada e tem desenhos muito bonitos e vem tingida num tom que se assemelha ao mogno, ou seja: é mais puxada ao vermelho. Ela vem bem acabada e não tem marcas de manchas ou rebarbas mal aparadas. Não possui zigrinado em nenhuma das partes.

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A soleira é feita de borracha macia e inteiriça. Cumpre bem seu papel de absorver as vibrações do disparo e tem boa anatomia.
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Na ferragem pode-se notar que o acabamento não é dos melhores. A oxidação é relativamente fraca. Comparativamente, é pior que nas B19-S por exemplo. Após manusear a carabina esta deve ser limpa e lubrificada, pois tende a oxidar com maior facilidade. As inscrições sobre modelo, fabricante, etc... são gravadas à laser e no caso de uma reforma serão perdidas.
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O sistema de miras, como na maioria das armas atuais é dotado de fibra óptica. Verde na alça de mira e vermelha na massa. Apesar dos inserts não serem grosseiros, eles cobrem alvos menores como SM 1/10 por exemplo.
A massa de mira tem seu corpo fabricado em plástico e fica encaixada sob pressão na ponta do cano. O suporte para a fibra óptica é injetado junto com o corpo. Para proteger o conjunto, existe um túnel em metal com cinco aberturas que possibilitam a entrada de luz. Este túnel é encaixado sob pressão na lateral do corpo, podendo ser removido, embora não seja tarefa muito fácil.

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A alça de mira é totalmente feita em plástico. Para remover o conjunto da arma, ele vai perder a regulagem vertical do POI.
Possui duas rodas de ajuste, sendo uma para o regulagem vertical e outra para a horizontal. A regulagem vertical é feita por uma roda graduada de 0 a 9. Esta rosa gira num prisioneiro com rosca no corpo todo. Girando a roda no sentido horário o POI se desloca para baixo. A clicagem desta parte é feita por duas saliências de plástico no corpo da alça de mira.
A roda de regulagem horizontal fica do lado direito da alça, graduada de 0 a 9. Girando-se a regulagem para trás o POI é deslocado para esquerda, sendo que para facilitar a visualização do deslocamento existem marcações em alto relevo próximo ao entalhe.

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Todo o sistema da alça de mira fica preso e alinhado por dois parafusos: um na parte frontal com encaixe tipo fenda cruzada e uma tampinha e outro na parte de trás, usando um prisioneiro. Este da parte traseira, além de alinhar o sistema serve de deslizante para a regulagem vertical do POI.

A ferragem fica presa à coronha por três parafusos (assim como na maioria das armas de mola). Dois nas laterais da telha e um na parte de trás do gatilho, que também prende o guarda mato.

Parafuso que prende a parte frontal da ferragem à telha da coronha:
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Parafuso que prende a parte traseira da ferragem à coronha (2). O parafuso (1) prende a parte da frente do guarda mato à coronha.
Para remover a ferragem da coronha, não é necessário retirar o parafuso (1).
Na parte inferior do guarda mato existe além da marcação da posição da trava de segurança, um orifício de passagem que permite encaixar uma chave tipo fenda para regular o peso do gatilho.
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O guarda mato da carabina é feito em plástico e é bem acabado. Não dá para notar rebarbas ou falhas na injeção. A tecla do gatilho é feita em metal e possui ranhuras para fornecer uma melhor “pegada” do indicador.
A frente pode-se notar a ponta da tecla da trava de segurança automática. Na posição da foto a arma está destravada.
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O sistema de trinco da carabina é feito por uma esfera no bloco e um pino na parte inferior da câmara. Forçando-se lateralmente o bloco não é possível notar folgas no sistema. Forçando-se para baixo no sentido de bascular nota-se que a trava sede somente quando o esforço é maior, pois ai ela já cumpre sua função de ceder, permitindo bascular a arma.
A vedação é feita por um o’ring que fica encaixado num rebaixo no bloco da arma. A parte interna do o’ring é completada com a entrada de um dos dois canos.
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Com o cano fora do lugar a borda central do o’ring fica sem apoio, com isso, na hora da montagem do cano é prudente iniciar o basculamento do cano até o ponto em que o fecho se abra. Retirar o o’ring, encaixar o cano e depois recolocar o o’ring. Procedendo assim, garante-se que os bordos não serão mordidos.
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OBS: para bascular o cano até o fecho abrir, deve-se encaixar o cano na posição, tomando-se apenas o cuidado dele não ir até o fim para não danificar o o’ring. Nunca encaixe apenas o rebaixo do cano, pois ao bascular a arma ele pode empenar pelo esforço.

Juntamente com a arma a Beeman manda um pequeno kit com um prisioneiro de reserva, uma chave alen para ser usada neste parafuso e nos dois da lateral da coronha e um o’ring de vedação extra.
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Para a montagem de equipamento de pontaria, a arma conta com um encaixe de 11mm tipo rabo de andorinha na parte superior traseira da câmara de compressão.
Na parte traseira do rabo de andorinha existe uma chapinha presa por um parafuso que tem a útil função de stop mount.
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1.2.Medidas da carabina:

- Beeman com GR:
Massa total sem luneta com cano .177..........................................................................................................................3.305 gramas;
Massa total sem luneta com cano .22............................................................................................................................3.278 gramas;
Massa da ferragem com cano .177................................................................................................................................ 1.984 gramas;
Massa da ferragem com cano .22................................................................................................................................... 1.957 gramas;
Massa da coronha........................................................................................................................................................... 1.321 gramas;
Comprimento total com cano .177................................................................................................................................... 1.155mm;
Comprimento total com cano .22..................................................................................................................................... 1.155mm;
Comprimento do cano .177..............................................................................................................................................465mm;
Comprimento do cano .22................................................................................................................................................465mm;
Diâmetro do cano .177.....................................................................................................................................................14,5mm;
Diâmetro do cano .22.......................................................................................................................................................14,5mm;
Distância do gatilho ao centro do pistol grip....................................................................................................................100mm;
Largura da telha............................................................................................................................................................. ..45,0mm;
Comprimento do rabo de andorinha (efetivo)...................................................................................................................114mm;
Largura do rabo de andorinha..........................................................................................................................................11mm;

- Beeman com MH:
Massa total sem luneta com cano .177..........................................................................................................................3.271 gramas;
Massa total sem luneta com cano .22............................................................................................................................3.242 gramas;
Massa da ferragem com cano .177................................................................................................................................ 2.082 gramas;
Massa da ferragem com cano .22................................................................................................................................... 2.053 gramas;
Massa da coronha........................................................................................................................................................... 1.189 gramas;
Comprimento total com cano .177...................................................................................................................................1.157mm;
Comprimento total com cano .22.....................................................................................................................................1.157mm;
Comprimento do cano .177.............................................................................................................................................465mm;
Comprimento do cano .22...............................................................................................................................................465mm;
Diâmetro do cano .177....................................................................................................................................................14,5mm;
Diâmetro do cano .22......................................................................................................................................................14,5mm;
Distância do gatilho ao centro do pistol grip...................................................................................................................100mm;
Largura da telha.............................................................................................................................................................. 46,0mm;
Comprimento do rabo de andorinha (efetivo)..................................................................................................................114mm;
Largura do rabo de andorinha..........................................................................................................................................11mm;

1.3.teste de velocidade:

Para medir a V0 das carabinas foi usado um cronógrafo modelo alfa chrony.
Os disparos foram feitos com a saída do cano da arma a 25 cm de distância do primeiro sensor do cronógrafo.
Tanto a carabina quanto o cronógrafo foram previamente nivelados. Para facilitar os disparos e não ter que ficar a toda hora nivelando a carabina, foi posto um alvo de papel a 10 metros de distância para servir de referencial para os disparos.
Para minimizar a interferência da massa do projétil na medição, todos os dez chumbos de cada série foram pesados e selecionados com mesma massa.
Além da velocidade foi feita também o calculo da energia na saída do cano.
Para realizar as medições cada arma deu 150 tiros com chumbo mais barato apenas para cessar ou pelo menos minimizar o efeito Diesel. Após os 150 tiros, cada arma teve seu cano limpo com escova de latão e feltros de limpeza. Após a limpeza, foram feitos 25 tiros em cada um dos canos para chumbamento.

1.3.1.Beeman com GR e cano .177:
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1.3.2.Beeman com GR e cano .22:
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1.3.3.Beeman com mola helicoidal e cano .177:
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1.3.4.Beeman com mola helicoidal e cano .22:
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1.4.agrupamento a 10 e 25 metros:
Os agrupamentos foram feitos inicialmente a 10 metros e depois aos 25 metros.
- .177:
JSB exact express;
JSB exact;
JSB exact heavy;

-.22
JSB jumbo express;
JSB jumbo;
JSB jumbo heavy;
Após determinar o melhor chumbo nos 10 metros foram feitos mais três alvos com ele aos 25 metros.
-Distância até o alvo: 10 metros e 25 metros;
-Posição: sentado e apoiado em um ponto à frente do guarda mato em sand bag;
-Equipamento de pontaria: luneta Beeman 4x32;
-Os chumbos foram pesados e selecionados visualmente para não terem saia amassada;
-Os grupos foram feitos depois da limpeza dos canos e depois de cada cano dar 35 tiros (25 de chumbamento + 10 do teste de V0);

1.4.1.Beeman com GR e cano .177
- agrupamento a 10 metros:
Exact express:
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Exact:
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Exact heavy:
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- Agrupamento a 25 metros:
JSB exact:
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Imagem
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1.4.2.Beeman com GR e cano .22
- agrupamento a 10 metros:
Jumbo express:
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Jumbo:
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Jumbo Heavy:
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- agrupamento a 25 metros:
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Imagem
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1.4.3.Beeman com MH e cano .177
- Agrupamento a 10 metros:
Exact express:
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Exact:
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Exact heavy:
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- Agrupamento a 25 metros:
JSB exact:
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1.4.2.Beeman com MH e cano .22
- agrupamento a 10 metros:
JSB jumbo express:
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JSB jumbo:
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JSB jumbo heavy:
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- agrupamento a 25 metros:
JSB jumbo heavy:
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Andersonymk » 09/10/2013 - 20:25:52

1.5.teste de impacto em barra de sabão:

Para testar o impacto na barra de sabão:
As barras foram todas compradas no mesmo dia e local, mantendo-se a marca e modelo;
As barras foram mantidas na embalagem original até o momento do teste, quando fora abertas;
Os chumbos utilizados foram inspecionados para ver se estavam íntegros;
As barras foram posicionadas a 5 metros de distância da boca do cano e presas numa morsa de modo a ficarem da mesma altura da mesa de tiro;
Cada barra recebeu um disparo e depois foi cortada para ver a perfuração feita;
A posição de tiro foi apoiada em sandbag;
Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;

1.No calibre .177:
- JSB exact
- Crosman SSP cabeça chata
- Norica Killer
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2.No calibre .22
- JSB jumbo
- Gamo expander
- JSB ultra shock
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Em ambos testes após o uso da carabina Beeman, foram feitos disparos comparativos com uma PCP, a saber:
-.177: Air arms S510 em potência full;
-.22: Hatsan AT 44-10 PA;
Os tiros foram passados pelo cronógrafo para ver a velocidade do projetil na boca do cano.

1.5.1.Beeman com GR calibre .177:
- JSB exact
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- Norica Killer
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- Crosman SSP
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- Chumbos recuperados da barra de sabão:
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1.5.2.Beeman com GR calibre .22:
- JSB jumbo:
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- Gamo expander:
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- JSB ultra shock:
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- Chumbos recuperados da barra de sabão:
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1.5.3.Beeman com MH calibre .177:
- JSB exact (V0 = 809 fps)
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- Norica Killer (V0=1014 fps)
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- Crosman SSP (V0 = 1206 fps)
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1.5.4.Beeman com MH calibre .22:
- JSB jumbo
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- Gamo expander
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- JSB ultra sock
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- Chumbos recuperados:
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Comparativo contra AA S510
- Norica Killer (V0=1089 fps)
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- Crosman SSP (V0=1265 fps)
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Comparativo contra Hatsan AT44-10 PA:
- Gamo expander
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- JSB ultra sock
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1.6.teste de perfuração:

Para testar a capacidade de perfuração da Beeman foi usada uma chapa de metal que pertencia à CPU de um micro antigo. A chapa tem 0,8mm de espessura.
Distância de 5 metros com ela presa pelas bordas no porta alvo;
Posição: sentado com a arma apoiada em sandbag;
Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;
Comparativo em .177 contra AA S510 em full e em .22 contra AT44 10 PA;

Chumbos:
1.Calibre .177:
JSB exact
Skenco Orange
Gamo rocket
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2.Calibre .22
JSB jumbo
H&N Barracuda match
Gamo rocket
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1.6.1.Beeman com GR calibre .177:
Beeman MH V0 = exact 812 fps; Skenco 1.012 fps; rocket 800 fps.
S510 full V0 = exact 1.047 fps; Skenko 1.186 fps; rocket 1.002 fps.
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1.6.2.Beeman com GR calibre .22:
Beeman MH V0 = jumbo:602 fps; Barracuda match:590 fps; rocket:656,1 fps.
AT44-10PA V0 = jumbo:934 fps; Barracuda match:905,4 fps rocket:948,6 fps.
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1.6.3.Beeman com MH calibre .177:
Beeman MH V0 = exact fps; Skenco fps; rocket fps.
S510 full V0 = exact fps; Skenko fps; rocket fps.
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1.6.4.Beeman com MH calibre .22:
Beeman MH V0 = jumbo:620,0 fps; Barracuda match:601,2 fps; rocket:698,4 fps.
AT44-10PA V0 = jumbo:928 fps; Barracuda match:907,5 fps rocket:951,0 fps.
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1.7.teste em silhuetas metálicas 1/10:

-Arma: Beeman dual caliber ;
-Posição: apoiado em sand bag;
-Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;
-Chumbo: JSB exact em .177 e JSB jumbo em .22 pesados e selecionados;
-Número de alvos: 20 (5 galinhas, 5 porcos, 5 perus e 5 carneiros);
-Número de tiros por alvo: 5;
As silhuetas metálicas foram pintadas de preto antes do teste. Após os 5 disparos elas foram fotografadas para registrar onde e quantos foram os impactos.
Distâncias:
Galinha: 09 metros;
Porco: 11,5 metros;
Peru: 14 metros;
Carneiro: 16,5 metros;

1.7.1.Beeman GR .177
Galinha:
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Porco:
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Peru:
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Carneiro:
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1.7.2.Beeman MH .177
Galinha:
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Porco:
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Peru:
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Carneiro:
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1.8.teste em silhuetas metálicas 1/5:

-Arma: Beeman dual caliber ;
-Posição: apoiado em sand bag;
-Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;
-Chumbo: JSB exact em .177 e JSB jumbo em .22 pesados e selecionados;
-Número de alvos: 20 (5 galinhas, 5 porcos, 5 perus e 5 carneiros);
-Número de tiros por alvo: 5;
As silhuetas metálicas foram pintadas de preto antes do teste. Após os 5 disparos elas foram fotografadas para registrar onde e quantos foram os impactos.
Distâncias:
Galinha: 18,0 metros;
Porco: 23,0 metros;
Peru: 28,0 metros;
Carneiro: 33,0 metros;

1.8.1.Beeman GR .177
Galinha:
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Porco:
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Peru:
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Carneiro:
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1.8.2.Beeman GR .22
Galinha:
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Porco:
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Peru:
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Carneiro:
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1.8.3.Beeman MH .177:
Galinha:
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Porco:
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Peru:
Imagem
Carneiro:
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1.8.4.Beeman MH .22
Galinha:
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Porco:
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Peru:
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Carneiro:
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1.9.teste em silhueta metálica a 50 metros:

-Arma: Beeman dual caliber ;
-Posição: apoiado em sand bag;
-Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;
-Chumbo: JSB exact em .177 e JSB jumbo em .22 pesados e selecionados;
-Número de alvos: 01 carneiro escala 1/5
-Número de tiros por alvo: 10;
A silhueta metálica foi pintada de preto antes do teste. Após os 10 disparos ela foi fotografada para registrar onde e quantos foram os impactos.
Distâncias:
Carneiro: 50,0 metros;

1.9.1.Beeman GR .177:
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1.9.2.Beeman GR .22:
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1.9.3.Beeman MH .177:
Seis acertos em dez tiros.
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1.9.4.Beeman MH .22:
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1.10.teste em lata de refrigerante a 75 metros:

-Arma: Beeman dual caliber ;
-Posição: apoiado em sand bag;
-Equipamento de pontaria: Beeman 4x32;
-Chumbo: JSB exact em .177 e JSB jumbo em .22 pesados e selecionados;
-Número de alvos: 01 lata de refrigerante
-Número de tiros por alvo: 10;
A lata de refrigerante foi pintada de preto antes do teste. Após os 10 disparos ela foi fotografada para registrar onde e quantos foram os impactos.
Distância:75,0 metros;


1.10.1.Beeman GR .177:
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1.10.2.Beeman GR .22:
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1.10.3.Beeman MH .177:
Três acertos em dez tiros.
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1.10.4.Beeman MH .22:
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2.Comparativo entre as duas carabinas

2.1.comparativo entre agrupamentos da carabina GR vs. MH cada uma usando o seu cano:

Para comparar se há diferença estatisticamente significativa entre os agrupamentos das armas com GR e MH foi utilizado um experimento em blocos casualizados como descrito à baixo:

Avaliação comparativa entre Beeman Dual Caliber .177 com mola à gás e êmbolo aliviado e Beeman Dual Caliber com mola helicoidal e êmbolo original.

1.Objetivo:
Avaliar se há diferença significativa nos agrupamentos medidos de centro à centro usando chumbo RWS R10 match em duas carabinas da marca Beeman dual calibre usando o cano .177 (4,5 milímetros).
Uma das carabinas tem mola à gás da FNA de 55 Kg e pistão aliviado. A outra está com mola helicoidal e pistão original de fábrica.

2.Material:
- Carabina Beeman dual calibre com cano 4,5 milímetros tunada + luneta 4x32;
- Carabina Beeman dual calibre com cano 4,5 milímetros original + luneta 4x32;
- Alvos da LCL 17x17;
- Chumbo: RWS R10 match pesados para ter mesma massa e selecionados para descarte dos amassados;
- Suporte para colocação dos alvos;
- Prendedor de roupa para fixar os alvos no suporte;
- Mesa para tiro + cadeira;
- Sand bag cheio com arroz sem casca;
- Paquímetro;
- Caneta;
- Microcomputador + planilhas de excel para cálculos estatísticos;

3.Métodos:
Para avaliação dos agrupamentos serão usadas duas armas de mesmo modelo: Beeman dual calibre com cano de .177 (4,5 milímetros).
Ambas tiveram seus canos limpos para remoção dos resíduos de fabricação. Após a limpeza, cada uma executou cinquenta disparos com chumbo RWS R10 match no calibre .177 para chumbamento.
Para avaliação dos agrupamentos, cada arma vai disparar cinco tiros em cada alvo numa seção de 100 tiros. A ordem de cada arma atirar será determinada por sorteio de cara ou coroa. Cara: atira a beeman com GR e coroa atira a beeman com mola original.
Os alvos estão à distância de dez metros e a 1,40 metro de altura do solo. Após cada série de cinco disparos o alvo foi recolhido para medição, onde foram determinadas as maiores distâncias de centro à centro entre dois disparos.
A posição de disparo foi com a carabina apoiada em sand bag, sendo o apoio feito próximo ao guarda mato. Os disparos foram feitos com a mão direta apenas tocando a arma.
Cada série foi cronometrada para não exceder três minutos.
Os chumbos foram pesados e vistoriados para que tivessem mesma massa e não estivessem com a saia amassada.
Antes de realizar a primeira série de tiros, cada carabina teve sua luneta zerada para centro no alvo a 10 metros. Depois deste primeiro ajuste nenhuma das lunetas foi reajustada.
Ordem para os disparos:
1.Beeman dual calibre com GR (GR)
2.Beeman dual calibre com mola helicoidal (MH)
Tabela01: ordem em que cada carabina vai atirar ao longo dos dez dias
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Alvo 1 GR GR MH MH GR GR GR MH MH GR
Alvo 2 MH MH GR GR MH MH MH GR GR MH


3.Resultados e discussão:

Tabela02: resultado em milímetros da maior distância entre centros.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
GR 19 36 18 21 18 22 13 23 37 18
MH 21 20 11 22 17 17 33 31 23 28

Os dados da tabela 02 foram tratados:
Não houve diferença altamente significativa ao nível e 1% entre a maior distância centro à centro entre os blocos.
Fc = 0,69mm Ft = 3,4mm
Não houve diferença altamente significativa ao nível de 1% entre a maior distância centro à centro entre os tratamentos.
Fc = 0,07mm Ft = 8,02mm

4.Conclusões:
Lembrando aos leitores que um teste estatístico responde a uma pergunta específica e tão somente à ela.
- Pergunta:
existe diferença significativa entre duas carabinas Beeman dual calibre, uma usando GR e pistão aliviado e outra usando mola helicoidal e pistão original, atirando à 10 metros apoiado em sand bag, com luneta 4x32 e chumbo RWS R10 match selecionados?

- Resposta: estatisticamente não há diferença entre os agrupamentos das duas armas.
Portanto, a troca do sistema original pelo GR + pistão aliviado neste caso, e tão somente neste caso, não contribuiu para que houvesse diferença estatisticamente significativa na melhora dos agrupamentos.

2.2.comparativo entre agrupamentos da carabina GR usando o seu cano e o cano que estava na arma de mola:

Para comparar se há diferença estatisticamente significativa entre os agrupamentos da arma com GR e pistão aliviado usando e seu próprio cano e o cano que estava na arma de mola, foi utilizado um experimento em blocos casualizados como descrito à baixo:
Avaliação comparativa entre Beeman Dual Caliber .177 com mola à gás e êmbolo aliviado usando seu próprio cano e o cano da arma que estava com mola original.

1.Objetivo:
Avaliar se há diferença significativa nos agrupamentos medidos de centro à centro usando chumbo RWS R10 match na carabina Beeman dual caliber usando seu próprio cano (cano 1) e o cano que estava na arma de mola (cano 2) no calibre .177 (4,5milímetros).

2.Material:
- Carabina Beeman dual calibre com cano 4,5 milímetros tunada + luneta 4x32;
- Cano original da arma (cano 1);
- Cano emprestado da Beeman que está com mola helicoidal (cano 2);
- Alvos da LCL 17x17;
- Chumbo: RWS R10 match pesados para ter mesma massa e selecionados para descarte dos amassados;
- Suporte para colocação dos alvos;
- Prendedor de roupa para fixar os alvos no suporte;
- Mesa para tiro + cadeira;
- Sand bag cheio com arroz sem casca;
- Paquímetro;
- Caneta;
- Microcomputador + planilhas de excel para cálculos estatísticos;

3.Métodos:
Para avaliação dos agrupamentos será usada uma arma Beeman dual calibre com cano de .177 (4,5 milímetros).
Ambos os canos foram limpos para remoção dos resíduos de fabricação. Após a limpeza, cada uma executou 25 disparos com chumbo RWS R10 match no calibre .177 para chumbamento.
Para avaliação dos agrupamentos, cada cano vai disparar cinco tiros em cada alvo, numa seção de 100 tiros. A ordem de cada cano atirar será determinada por sorteio de cara ou coroa. Cara: atira o cano 1 e coroa atira o cano 2.
Os alvos estão à distância de dez metros e a 1,40 metro de altura do solo. Após cada série de cinco disparos o alvo foi recolhido para medição, onde foram determinadas as maiores distâncias de centro à centro entre dois disparos.
A posição de disparo foi com a carabina apoiada em sand bag, sendo o apoio feito próximo ao guarda mato. Os disparos foram feitos com a mão direta apenas tocando a arma.
Cada série foi cronometrada para não exceder três minutos.
Os chumbos foram pesados e vistoriados para que tivessem mesma massa e não estivessem com a saia amassada.
Antes de realizar a primeira série de tiros, cada carabina teve sua luneta zerada para centro no alvo a 10 metros. Depois deste primeiro ajuste a luneta não foi alterada para a série com mesmo cano.
Ordem para os disparos:
1.Cano 1 (C1)
2.Cano 2 (C2)
Tabela01’: ordem em que cada cano atirou
Alvo.......... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
C2 C1 C2 C2 C1 C2 C2 C1 C1 C2
C1 C2 C1 C1 C2 C1 C1 C2 C2 C2
3.Resultados e discussão:
Tabela02’: resultado em milímetros da maior distância entre centros.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Cano 1 18 19 13 18 15 17 16 18 19 17
Cano 2 15 16 12 16 15 13 15 15 17 14

Os dados da tabela 02’ foram tratados:
Houve diferença altamente significativa (ao nível de 1%) entre a maior distância centro à centro entre os tratamentos.
Fc = 28,47mm Ft = 8,02mm

4.Conclusões:
Lembrando aos leitores que um teste estatístico responde a uma pergunta específica e tão somente à ela.
- Pergunta:
Existe diferença significativa entre os agrupamentos feitos com a Beeman dual calibre com mola à gás e pistão aliviado, usando canos .177 vindos de armas diferentes?
- Resposta:
Estatisticamente há diferença altamente significativa entre os agrupamentos realizados com os dois canos .177.
-Conclusão:
O cano 2 agrupa melhor com a arma em questão se comparado ao cano 1.

OBS: esta diferença certamente está relacionada com o encaixe do cano no bloco. Dos quatro canos possíveis de serem postos na arma (dois em .177 e dois em .22), este denominado de cano 2, foi o que teve o encaixe mais perfeito no conjunto e totalmente isento de folgas. Certamente isso contribuiu para um melhor agrupamento da arma.

2.3.comparativo entre agrupamentos da carabina mola helicoidal usando o seu cano e o cano que estava na arma com GR:

Para comparar se há diferença estatisticamente significativa entre os agrupamentos da arma com mola original usando e seu próprio cano e o cano que estava na arma com GR, foi utilizado um experimento em blocos casualizados como descrito à baixo:
Avaliação comparativa entre Beeman Dual Caliber .177 com mola helicoidal e êmbolo original usando seu próprio cano e o cano da arma que estava com mola à gás.

1.Objetivo:
Avaliar se há diferença significativa nos agrupamentos medidos de centro à centro usando chumbo RWS R10 match na carabina Beeman dual caliber usando seu próprio cano (cano 1) e o cano que estava na arma com GR (cano 2) no calibre .177 (4,5milímetros).

2.Material:
- Carabina Beeman dual calibre com cano 4,5 milímetros + luneta 4x32;
- Cano original da arma (cano 2);
- Cano emprestado da Beeman que está com mola à gás (cano 1);
- Alvos da LCL 17x17;
- Chumbo: RWS R10 match pesados para ter mesma massa e selecionados para descarte dos amassados;
- Suporte para colocação dos alvos;
- Prendedor de roupa para fixar os alvos no suporte;
- Mesa para tiro + cadeira;
- Sand bag cheio com arroz sem casca;
- Paquímetro;
- Caneta;
- Microcomputador + planilhas de excel para cálculos estatísticos;

3.Métodos:
Para avaliação dos agrupamentos será usada uma arma Beeman dual calibre com cano de .177 (4,5 milímetros).
Ambos os canos foram limpos para remoção dos resíduos de fabricação. Após a limpeza, cada uma executou 25 disparos com chumbo RWS R10 match no calibre .177 para chumbamento.
Para avaliação dos agrupamentos, cada cano vai disparar cinco tiros em cada alvo, numa seção de 100 tiros. A ordem de cada cano atirar será determinada por sorteio de cara ou coroa. Cara: atira o cano 1 e coroa atira o cano 2.
Os alvos estão à distância de dez metros e a 1,40 metro de altura do solo. Após cada série de cinco disparos o alvo foi recolhido para medição, onde foram determinadas as maiores distâncias de centro à centro entre dois disparos.
A posição de disparo foi com a carabina apoiada em sand bag, sendo o apoio feito próximo ao guarda mato. Os disparos foram feitos com a mão direta apenas tocando a arma.
Cada série foi cronometrada para não exceder três minutos.
Os chumbos foram pesados e vistoriados para que tivessem mesma massa e não estivessem com a saia amassada.
Antes de realizar a primeira série de tiros, cada carabina teve sua luneta zerada para centro no alvo a 10 metros. Depois deste primeiro ajuste a luneta não foi alterada para a série com mesmo cano.
Ordem para os disparos:
1.Cano 1 (C1)
2.Cano 2 (C2)
Tabela01”: ordem em que cada cano atirou ( usada mesma ordem do sorteio anterior)
Alvo.......... 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
C2 C1 C2 C2 C1 C2 C2 C1 C1 C2
C1 C2 C1 C1 C2 C1 C1 C2 C2 C2
3.Resultados e discussão:
Tabela02”: resultado em milímetros da maior distância entre centros.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Cano 1 21 19 22 18 23 17 18 20 22 21
Cano 2 19 16 16 19 18 21 17 21 18 19

Os dados da tabela 02” foram tratados:
Não houve diferença significativa (ao nível de 5%) entre a maior distância centro à centro entre os tratamentos.
Fc = 2,75mm Ft = 4,32mm

4.Conclusões:
Lembrando aos leitores que um teste estatístico responde a uma pergunta específica e tão somente à ela.
- Pergunta:
Existe diferença significativa entre os agrupamentos feitos com a Beeman dual calibre com mola helicoidal e pistão original, usando canos .177 vindos de armas diferentes?
- Resposta:
Estatisticamente não há diferença significativa entre os agrupamentos realizados com os dois canos .177.

OBS: O fato de neste conjunto não haver diferença está relacionado novamente ao sistema de encaixe no bloco. Nesta arma os quatro canos entram com certa folga, o que contribui para reduzir a precisão do conjunto.

Outro fato interessante e que está associado a uma usinagem pouco precisa do sistema de troca do cano é a mudança de agrupamento ao se trocar os canos de mesmo calibre (.177 no caso).

- Aqui nesta foto a arma foi zerada em outro alvo de papel e depois efetuou três disparos no alvo da foto com cano 1. Após os testes o cano foi removido e o cano 2 foi posicionado no lugar. Sem clicar na luneta que já estava zerada, foram feitos mais trÇes disparos com a visada anterior e o POI se deslocou para cima e direita.
Imagem

- O mesmo procedimento foi feito com a arma de mola helicoidal e o resultado foi análogo.
Imagem


3.Desmontagem:

3.1.Beeman com GR:

1.Remoção da alça de mira:
Primeiro passo para desmontagem é a remoção da alça de mira. Essa remoção não é essencial para desmontar a mecânica da arma, mas é aconselhável, pois uma pequena queda na desmontagem ou mesmo uma possível escapulida no compressor de molas, pode danificar irreparavelmente este parte da arma.
Para acessar o parafuso de fixação dianteira da alça no bloco, deve-se remover a tampinha de plástico que faz a proteção. Basta usar um estilete, fazendo um movimento de torque que ela sai.
Imagem
A parte traseira da alça é presa por um parafuso tipo prisioneiro. Nela também fica rosqueada a roda de regulagem vertical do POI. Para a remoção é necessário remover a roda e perde-se a regulagem da mira aberta.
Imagem
Alça for a do lugar. O parafuso de fixação dianteiro é rebatido e não sai com facilidade do conjunto. Isso deve ser proposital para evitar sua perda.
Imagem
No bloco pode-se notar os dois furos onde os parafusos ficam rosqueados. Albos furos são vazados e pode-se notar o cano passando debaixo deles.
Fica aqui uma dica: para montagem destes dois parafusos o cano deve estar no lugar, pois se eles forem muito apertados impossibilitam a posterior passagem do cano.
Imagem
Outra parte que necessita de remoção é o parafuso do stop mount, pois com ele no lugar o êmbolo esbarra na sua ponta, dificultando a saída da peça.
Imagem
A separação da ferragem da coronha inicia-se nos parafusos da telha. Para acessar os dois parafusos tem-se que remover as tampas de plástico. Basta levantá-las com auxilio de um estilete, tomando-se o cuidado de não arranhar a coronha.
Imagem
Debaixo ta tampa existe um parafuso de cada lado que prende a telha à coronha. A chave é do tipo alen e é a mesma usada na fixação do cano e que acompanha a arma.
Imagem
Parafuso da telha for a do lugar com suas medidas.
Imagem
Ao retirar os parafusos, atentar para as arruelas lisas que ficam protegendo a madeira. Essas arruelas tendem a ficar na coronha, mas é bom prestar atenção ara não caírem.
Imagem
Para soltar a parte traseira da ferragem tem-se que remover o parafuso traseiro do guarda mato. Este tem função de manter a parte traseira da arma presa à coronha e de manter o guarda mato no lugar.
Imagem
Detalhe do parafuso traseiro do guarda mato e suas medidas:
Imagem
Para retirada do guarda mato, tem-se que remover o parafuso dianteiro. Este tem rosca soberba e função única de fixar a parte frontal do guarda mato à coronha.
Imagem
Guarda mato for a da arma. Ele é feito totalmente em plástico e na parte de baixo tem um orifício parra passagem de uma pequena chave para regulagem do sistema de disparo.
Imagem
Como o parafuso traseiro necessita de muito torque para manter a ferragem no lugar, existe um insert de metal para evitar trinca na madeira da coronha.
Imagem
Aqui a ferragem for a da coronha com detalhe da caixa de gatilho.
Imagem
Lado oposto da ferragem. Notem que existe uma espécie de guia para o braço que arma o êmbolo. Além de guia esta peça tem função primordial na segurança da arma, pois é ela quem aciona a trava automática. No caso da foto a trava está acionada.
Imagem
Para continuar com a desmontagem o acionador da trava deve ser retirado. Para isso tem-se que remover este anel elástico e forçar o pino guia para o lado oposto. Cuidado ao remover este anel, pois ele tende à salta e se perder com muita, muita facilidade.
Imagem
Para remover a caixa de gatilho e a tampa da culatra, deve-se retirar estes três pinos.
O pino de número 1 pode ser removido com a arma fora do compressor de mola, pois ele segura apenas a tampa plástica da culatra.
Ao pinos 2 e 3 seguram a caixa de gatilho no lugar. Sobre a caixa de gatilho pende toda a carga da mola. Esses dois pinos devem ser removidos após a arma estar no compressor de mola e sua carga estiver aliviada.
Imagem
Notar que os pinos tem lado certo para serem removidos. Devem ser retirados do lado liso para o lado estriado.
Imagem
Detalhe do pino e suas medidas. Os três tem mesmas dimensões.
Imagem

Imagem

Imagem
Aqui um detalhe da tampa da culatra. Notem que existe na parte de baixo um encaixe com uma porca. Essa porca recebe o parafuso que fixa a parte traseira da ferragem à coronha.
Imagem
Após a retirada da caixa de gatilho, a primeira peça que sai é a arruela de centralização da parte traseira da mola à gás
Imagem
A próxima peça à sair é a mola à gás. Neste caso uma de 5Kg da FNA.
Imagem
Comparativo entre uma mola de 75Kg e a de 55Kg.
Imagem
Imagem
Detalhe da ponta da haste da mola à gás. No caso desta carabina existe dentro do pistão uma peça tipo uma moeda com um furo central que recebe esta ponta e centraliza a haste do GR dentro do êmbolo.
Imagem
Aqui um detalhe da parte traseira da mola. A arruela de centralização acima fica encaixada neste rebaixo.
Imagem
Caixa de gatilho fora da arma:
Imagem
Detalhe do gatilho. O êmbolo fica preso na ponta da peça número 1 da foto abaixo.
Imagem

Imagem
Detalhe da tecla do gatilho e da trava de segurança.
Imagem
Aqui o detalhe do desconector.
Imagem
Este pino segura o gatilho e o acionador da trava de segurança:
Imagem
Detalhe do gatilho:
Imagem
Detalhe da mola que mantém o gatilho na posição permitindo o entalhe do êmbolo ficar conectado. Ela também contrabalanceia a carga da mola do êmbolo, evitando um disparo indesejado.
Imagem
A mola fica alojada na parde de baixo do gatilho:
Imagem
Detalhe da trava de segurança. Aqui a arma está destravada e pode-se acionar a tecla do gatilho.
Imagem
Aqui a trava em funcionamento. Ela faz um bloqueio mecânico da parte frontal da tecla.
Imagem
Detalhe da caixa de gatilho:
O parafuso cuja ponta aparece na tecla do gatilho serve para em conjunto com o parafuso maior (oxidado), regular o peso do gatilho.
A frente deste parafuso existe um outro, que regula o curso do primeiro estágio.
A regulagem do primeiro estágio é feita apertando ou afrouxando o primeiro parafuso. Quanto maior o desnível entre o primeiro e o segundo parafuso que estão dentro da tecla, maior é o curso do primeiro estágio.
O peso do gatilho é uma combinação da regulagem de dois parafusos, apertando o parafuso traseiro da tecla e afrouxando o oxidado o peso fica menor.
Imagem
Detalhe da tecla da trava de segurança. AO manutenção da trava no lugar correto e feito por estes dois dentes na chapa, que se encaixam, no pino guia da tecla do gatilho.
Imagem
Detalhe da tecla do gatilho. Notar os dois parafusos de regulagem do primeiro estágio e peso do gatilho.
No caso desta arma ambos foram perdidos em uso e tiveram que ser refeitos e travados com trava química.
Imagem
Detalhe da tecla da trava de segurança.
Imagem
O sistema de regulagem de peso da tecla do gatilho é mantido no lugar pela tensão de duas molas. Essa é a interna:
Imagem
Essa é a externa:
Imagem

Esse é o parafuso que regulo o peso da tecla.
Imagem
Esta peça tem um encaixe na parte de baixo onde as duas molas anteriores se encaixam. Sua função é servir de alavanca para acionar uma peça mais longa em forma de gangorra. Isso aumenta a alavanca e deixa a impressão que as cargas das molas são mais leves.
Imagem
Essa é a peça tipo gangorra. A ponta mais longa é acionada pela peça da foto anterior e a ponta oposta (perto do furo do eixo de giro) toca no gatilho, liberando e êmbolo.
Imagem
Para possibilitar a retirada do êmbolo, é necessário a remoção da alavanca de rearme. E ela só sai se o bloco do cano for solto da forquilha da câmara.
Esse parafuso fixa o bloco na forquilha e é sobre ele que o bloco gira para bascular o cano.
Imagem
Entre o bloco e a forquilha existe esta arruela que tem função de reduzir o atrito entre o bloco e a forquilha e guarda lubrificante para o bom funcionamento das partes.
Imagem
Detalhe do bloco.
Imagem
Esta carabina está com êmbolo aliviado da Elite, bem como com bucha de PU.
Imagem
Esse pistão aliviado, associado ao GR de 5Kg deixa a arma bem confortável e com pouca vibração. Porém a velocidade e consequentemente a potência tiveram uma queda em relação ao conjunto original.
Bucha de PU que estava com o êmbolo aliviado.
Imagem
Parafuso que fixa a bucha ao centro do êmbolo aliviado.
Imagem

3.2.Beeman com mola helicoidal:
Como estou sem a ferramenta para desmontar, vou ter que providenciar outra.
Assim que estiver pronta desmonto a arma e posto os resultados e medidas.

As perguntas pertinentes devem ser feitas preferencialmente por aqui, pois podem ser dúvidas de outros usuários.

Abraço em bons tiros à todos.
Andersonymk
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Ylram » 09/10/2013 - 21:47:59

Mais um review exemplar, muito bom! Esse modelo R2 é o mesmo que o 1072?

Eu tive uma 1074 e confesso que sofri com as folgas do cano mesmo no calibre 4.5, resolvi usando fita de alta fusão em volta do parafuso que trava o cano, servia para "amortecer" um pouco a vibração do parafuso (que causa a folga do mesmo) além de firmar melhor.

Outro detalhe que acho importante destacar é sobre o gatilho. Tem que ter bastante cuidado com a regulagem pois se ficar muito sensível a trava deixa de funcionar (mesmo quando acinonada a carabina dispara).

E por fim, na troca de cano requer algumas atenções. Ficar atento ao encaixe do oring que como citado no review, a parte interna é completada pelo cano. Se ficar mau encaixado o cano "come" um pedaço do oring fácil. O ideal pelo que percebi na pratica é retirar o oring, trocar o cano e só depois de fixar o mesmo, colocar de volta o oring.

É muito importante sempre se certificar que o cano está firme, pois além do desgaste da oxidação citado no review, se ficar frouxo pode ocorrer de na hora de fechar o cano, uma pequena parte do mesmo ficar recuada (digamos passando além do oring, para fora) e ai o impacto desta parte danifica o buraquinho de saída de ar da câmara.

Espero que as dicas sejam úteis!

Abraço.
Ylram
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor edgar minarello » 10/10/2013 - 07:32:06

Parabéns !
A cada novo review nota-se uma superação impar. Como se diz: "trabalho de gente grande". Certamente contribuirá, e muito, para todos comparativamente e principalmente aos interessados nesse modelo.
Não sei se é problema em meu PC, mas o ítem "1.3.4 ...com mola original cano .22", não aparece a tabela.
Um abraço
edgar minarello
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor janio baiano » 10/10/2013 - 08:58:21

Mais um review do grande Anderson!!! Parabéns amigão.

Tinha muita curiosidade com essa carabina, mas sinceramente achei a mesma muito fraquinha, as Bams 19 continuam sendo o melhor custo beneficio.

Achei interessante o fato da velocidade mudar de acordo com o gas ram ou mola. O calibre .177 mostrou-se mais veloz usando mola, no gas ram a velocidade caiu bruscamente...
Já no .22 a velocidade foi menor na mola e maior no gas ram vai entender...

Por fim achei nesta carabina o calibre .22 mais preciso de acordo com os agrupamentos postados.
[color=#0000FF]Diana Magnum 350 .22 leapers 4x32 AO kit maccari
HW30S .177
Cricket standart .22 + tasco varmint 2,5 x 10 x42
Bam 40 .177 + nikko stirling nightear 6x24x44
S410 bolt .177
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor NGO » 10/10/2013 - 15:32:50

Imaginem este garoto escolhendo feijão pra janta,rsss,num sobra 1 se for do mais barato...kkkk
Grande amigo Anderson,nota 100 por que 10 ficou pouco pra seus post...bem se nota a influencia positiva do metodo cientifico..
abração.E mais uma vez,faz o super teste das pcps a 100 metros...olha que vou fazer uma campanha aqui pra isto...
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Andersonymk » 10/10/2013 - 21:30:11

YIran:
Fiz um control C + control V aqui com sua postagem:

Mais um review exemplar, muito bom! Esse modelo R2 é o mesmo que o 1072?
Pelo que pude notar é o mesmo modelo sim. Parece que a nomenclatura aqui no Brasil e nos EUA é ligeiramente diferente.
Não consegui informações muito corretas sobre esta diferença, mas suponho que no Brasil ele tenha sido importada como modelo 1072 e nos EUA recebe nome de RS2.


Eu tive uma 1074 e confesso que sofri com as folgas do cano mesmo no calibre 4.5, resolvi usando fita de alta fusão em volta do parafuso que trava o cano, servia para "amortecer" um pouco a vibração do parafuso (que causa a folga do mesmo) além de firmar melhor.
Este modelo também tem essa característica. Além do parafuso folgar com os disparos, a usinagem dos canos não é feita caso à caso e dos quatro canos que tenho aqui, um no calibre .177 entra mais justo no bloco e consequentemente é o mais preciso dos quatro.

Outro detalhe que acho importante destacar é sobre o gatilho. Tem que ter bastante cuidado com a regulagem pois se ficar muito sensível a trava deixa de funcionar (mesmo quando acinonada a carabina dispara).
Não tinhe percebido este detalhe, mas certamente sua experiência foi de grande valia com este dica. Pelo que notei do sistema ele pode apresentar esta falha mesmo.

E por fim, na troca de cano requer algumas atenções. Ficar atento ao encaixe do oring que como citado no review, a parte interna é completada pelo cano. Se ficar mau encaixado o cano "come" um pedaço do oring fácil. O ideal pelo que percebi na pratica é retirar o oring, trocar o cano e só depois de fixar o mesmo, colocar de volta o oring.
Exato, concordo em gênero, número e grau.

É muito importante sempre se certificar que o cano está firme, pois além do desgaste da oxidação citado no review, se ficar frouxo pode ocorrer de na hora de fechar o cano, uma pequena parte do mesmo ficar recuada (digamos passando além do oring, para fora) e ai o impacto desta parte danifica o buraquinho de saída de ar da câmara.
Já vi um exemplar aqui em mãos que aconteceu isso no cano .22. Ele chegou para trás e acabou tocando na câmara e teve sua entrada danificada.

Espero que as dicas sejam úteis!
Certamente serão úteis e agradeço por contribuir com o review



Janio Bahiano:

Fiz um control C control V aqui também.
Mais um review do grande Anderson!!! Parabéns amigão.

Tinha muita curiosidade com essa carabina, mas sinceramente achei a mesma muito fraquinha, as Bams 19 continuam sendo o melhor custo beneficio.

Achei interessante o fato da velocidade mudar de acordo com o gas ram ou mola. O calibre .177 mostrou-se mais veloz usando mola, no gas ram a velocidade caiu bruscamente...
Já no .22 a velocidade foi menor na mola e maior no gas ram vai entender...

Na verdade peço desculpas.
Seu pensamento está correto e suas conclusões também.
Porém o que estava incorreto foi a imagem da planilha upada.
Acabei upando uma planilha com dados errados de teste de outra arma.
Eu estava editando esta planilha para usar na Beeman e depois acabei usando outra e na hora de upar foi esta por engano.
Não sei se notou, mas no cabeçalho estava: massa de 8,44 grais com nome de JSB Jumbo. Na verdade não existe JSB jumbo com essa massa, pois é uma denominação para os chumbos calibre .22


Grato pela observação

Por fim achei nesta carabina o calibre .22 mais preciso de acordo com os agrupamentos postados.

Editei também uma imagem do carneiro a 50 metros que saiu a imagem de uma lata.
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor leopereira » 29/07/2014 - 02:22:03

Muito completo o review. Parabéns.

Você acha que um gas ram de 60kg talvez seja melhor?

Estou pensando em comprar essa carabina e não gostei muito da velocidade em .22.

Obrigado
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor diego basto » 09/08/2014 - 18:13:48

Paraéns ótimo Review, tenho uma e estou com vontade de colocar um gaz de 60 kg da elite, o que acha?
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Andersonymk » 09/08/2014 - 18:40:57

Esta mola de 60Kg deve fazer a velocidade subir um pouco.
Teria que testar para ver se a a carabina vai agrupar com velocidade mais alta.
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Antornogueira » 06/07/2015 - 17:48:12

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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor AKSON » 07/07/2015 - 21:08:31

Boa Noite!
gostaria de uma ajuda, tenho uma beeman 1072 e estou com dificuldades em instalar o gas ram de 50kg. Adquirir um quit da elite com gas ref.7448, mas quando no lugar a arma nao engatilha.Alguma dica?
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Mandarim » 08/07/2015 - 23:34:34

AKSON escreveu:Boa Noite!
gostaria de uma ajuda, tenho uma beeman 1072 e estou com dificuldades em instalar o gas ram de 50kg. Adquirir um quit da elite com gas ref.7448, mas quando no lugar a arma nao engatilha.Alguma dica?


Tem como postar fotos da ponta da haste do gás ram e do centralizador que acompanha o kit ?
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Re: Review Beeman RS 2 (dual calibre)

Mensagempor Antornogueira » 21/02/2019 - 17:35:38

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Pistola Tokyo Marui gbb 6mm ver Link Compra e venda e Armas de Gás
João Estevam
26/05/2019 - 22:28:20
fiim
23/05/2019 - 09:27:16
gostaria de informar que estamos fazendo manutenção em carabinas de ar aqui no rio de janeiro, posso ser encontrado nos telefones 39880311 ou 970054854 jose luiz
LEAOJOSE
16/05/2019 - 13:58:57
Ola, existe alguma outra forma de eniar imagem para o site que nao seja pelo imageshack ?
jrps2007
16/05/2019 - 00:03:58
Moro em São Paulo - SP, Alguém conhece locais para treino ? tenho uma Rossi 4,5mm
everaldo153
14/05/2019 - 13:56:05
Boa noite, onde consigo silenciador da s200? Grato
thiagonunes88
10/05/2019 - 19:56:11
cilindro e regulador da s200, onde consigo? boa tarde
thiagonunes88
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O CANO 6.35MM QUAL MENOR PREÇO? COMO FAÇO PRA COMPRAR?
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Bom Dia Caros Amigos do Site! Mais uma vez trazendo uma Case Exclusiva importada direto dos EUA: viewtopic.php?f=3&t=26211
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Boa noite, hw 97 só 3000 reais, viewtopic.php?f=3&t=26191
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COMO FAÇO PRA ANUNCIAR AQUI ?
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Raphael
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Quem tem uma Cometa 50 ? Criança chorando ! Compro .
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Qual a especificação da luneta?
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A saxon vem com o adaptador de recarga, o certificado e a faca que vem junto de fabrica?
ERIVALDO
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me manda mensagem no pv
maskote
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Cricket a venda ainda amigo
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Boa noite Já vendeu a cricket amigo ?
clayrton
07/09/2018 - 20:33:31
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Bom dia pessoal, vendo Artemis Cp2 viewtopic.php?f=3&t=25865
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Alguém vendendo latão JSB EXACT HEAVY 5,5mm?????
Antonio Maia
28/08/2018 - 15:42:37
Bom Dia Amigos do site! Limpando o estoque, 2 caixas contendo 10 cilindros de CO2 12g da GAMO por apenas R$50! Chamar no whats 11 96910-0491
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Vendo saldo de 17 cilindros 12g co2 e 1 tubo de óleo Pellgunoil da Crossman sobra de estoque, tudo por 100,00 reais
João Estevam
30/07/2018 - 15:41:16
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