Restauração/Manutenção - Algumas dicas

Tudo que se refere a mudanças no mecanismo, na coronha, no acabamento e etc.

Restauração/Manutenção - Algumas dicas

Mensagempor luisaurelio » 28/06/2014 - 21:35:39

Pessoal

Já li aqui e ali bons tópicos sobre este o assunto, seja para o tratamento/recuperação de coronhas, seja sobre a restauração das partes metálicas.

Este tópico reúne informações sobre os dois assuntos, traz alguma novidade no que diz respeito à oxidação e um método de niquelagem sem o uso de corrente elétrica.

As informações foram transcritas e reagrupadas a partir de alguns dos capítulos no fascículo Oficina do Armeiro da Grande Enciclopédia Armas de Fogo, editora Século Futuro, 1988.
Abraços,

Aurélio


TRATAMENTO DA CORONHA DE MADEIRA

Para a madeira, uma vez separada de todos os elementos metálicos retiramos o antigo verniz, operação que pode ser efetuada por meio de agentes químicos (com produtos comerciais que existem no mercado para esta finalidade) ou por meios mecânicos a base de lixas adequadas.

Uma vez eliminado o verniz pelo método escolhido, deve-se lixar bem a madeira com lixas de diferentes granulações, devendo-se tomar cuidado especial ao efetuar esta operação para que não se desajustem, por rebaixar demais, as zonas de contato ou de união entre a madeira e o metal.

Durante o processo de lixamento convêm que se esfregue toda a parte superior da madeira com um trapo úmido, para que se levantem as farpas e, quando estas estiverem secas, tornar a lixar. Esta operação deve ser repetida até que não apareçam mais farpas.

Se a madeira tem em sua superfície marcas de afundamento, como resultado de algum golpe, é fácil fazê-las desaparecer, caso não tenha havido ruptura de suas fibras. Para isto com um ferro elétrico de passar roupas, um pedaço de tecido de tamanho pouco maior ao do afundamento e convenientemente umedecido com água, aplica-se calor ao tecido colocado sobre a zona golpeada, conseguindo que o vapor de água inche as fibras de madeira e as faça recuperar a forma original. Se uma aplicação não é suficiente, procede-se a uma segunda e inclusive, a uma terceira, até atingirmos nosso propósito.

Se não dispusermos de ferro elétrico, uma colherzinha de café com o cabo devidamente isolado para que não nos queimemos aquecida no fogo e depois, aplicada sobre o pano, produz o mesmo resultado. Um pedaço de tubo de cobre com uma extremidade batida e ligeiramente dobrada, equipado com um cabo isolante na outra, também serve perfeitamente. O ferro elétrico, a colherzinha ou o tubo, não devem estar quentes a ponto de fazer a água evaporar imediatamente e queimar a madeira, ou tão frios a ponto de que não produzam vapor.

Se houver necessidade de tampar algum orifício, pode-se optar entre aplicar cola de madeira já preparada comercialmente, que costuma dar bons resultados, ou fazê-la com pó de madeira e cola de carpinteiro que aplicaremos com certa pressão no local da restauração. Depois disto, temos de igualar as superfícies e tornar a lixar com a granulação fina que disponhamos, ficando a madeira preparada para ser envernizada.

E muito importante observar que o sentido do lixamento deve ser sempre a favor do veio da madeira e nunca, cruzando-a assim como o lixamento de superfícies planas deverá ser feito com a lixa suportada por uma lima, taco de madeira ou qualquer utensílio que sirva para este objetivo.

ENVERNIZAMENTO COM ÓLEO

Tem como vantagem não necessitar de uma preparação prévia da madeira, é fácil de usar e seu acabamento, bastante agradável, costuma melhorar com o tempo. Dentre os óleos, o mais recomendável é o de linhaça, existente cozido ou cru (denomina-se óleo de linhaça cozido àquele que foi tratado com ácidos para limpá-lo de impurezas e foram-lhe inseridos os ingredientes adequados para acelerar o processo de secagem). O método de aplicação do óleo de linhaça, cru ou cozido, consiste em preparar uma mistura de óleo e terebentina pura em partes iguais, que deverá ser bem espalhada, de modo que se introduza entre as fibras da madeira. Deixa-se secar por uma ou duas horas, retirando o excesso após esse tempo com um trapo macio e seco.
Depois de transcorridos pelo menos dois dias, aplica-se uma nova demão, repetindo a operação de retirar o óleo excedente como na vez anterior. Pode ser que, dependendo da madeira, seja necessário até quatro demãos da mistura de óleo e terebentina. Uma vez satisfeitos na quantidade de aplicações, daremos brilho, esfregando fortemente com uma flanela. A aplicação de um pouco de cera costuma dar ótimos resultados nesta operação.
A vaselina também pode ser utilizada como verniz substituindo o óleo, com um processo de aplicação semelhante ao do óleo de linhaça, geralmente sendo suficiente uma demão e mais recomendável para madeiras de fibras compactas.

ENVERNIZAMENTO COM GOMA LACA

Também denominado polimento francês, foi amplamente usado no mobiliário, de cuja época provém seu uso no envernizamento de coronhas. Para obtê-lo e aplicá-lo, misturam- se 100 gramas de goma-laca com 250 ml de álcool e deixa-se em repouso durante vinte e quatro horas. Enquanto isso se fabrica uma almofada (boneca) com um pedaço de pano velho, para envolver um pedaço de algodão, amarrando-a, se for conveniente. Com a boneca dá-se uma primeira capa, sempre em movimentos circulares, ou então em forma de oito para que não se perceba o início ou o fim da aplicação. Em seguida, deixa-se secar por duas horas, mais ou menos. Passa-se agora, com uma nova boneca levemente molhada com óleo de vaselina por toda a superfície, e dá-se uma segunda demão de goma-laca dissolvida em álcool, que demorará cerca de oito horas a secar; se for considerado oportuno, para um resultado melhor, poder-se-á lustrar o verniz com uma almofada contendo pó de pedra-pome, retirando, com um pano macio e seco, o polvilho procedente desse polimento. Uma nova aplicação de óleo de vaselina e de goma-laca, que tardará bastante mais tempo a secar, deixará a madeira com um agradável envernizado. A quantidade de operações enumeradas pode ou não ser suficiente. Serão o tempo, a paciência e o número de aplicações corretas, na seqüência mencionada, que nos proporcionarão a satisfação desejada.

PINTURA

Operação que será efetuada, caso seja necessária, antes do envernizamento da madeira, recomendando-se que, antes, de empregar qualquer produto dentre os existentes para este fim (permanganato de potássio, nogalina, etc.), façam-se alguns ensaios com a solução obtida sobre um pedaço de madeira qualquer para conseguir, baseados na variação de concentração ou tempo de secagem, o tom adequado. O primeiro ensaio consistirá em pintar e imediatamente retirar o excesso de tinta com um trapo, para observação da tonalidade de cor obtida, que deverá ser diferente da procedente de uma aplicação deixada a secar com o tempo.

Um maçarico de propeno movido e aplicado convenientemente sobre a madeira dá a esta resultados surpreendentes. A técnica de aplicação do fogo para escurecer a tonalidade da madeira de uma arma era uma prática muito usada em armas de antecarga.

Após pintar (ou queimar) a madeira, é necessário passar-lhe novamente, de forma suave, uma lixa de granulação fina, ou palha de aço número zero para devolver-lhe o estado apropriado para o envernizamento.


OXIDAÇÃO

A oxidação, técnica mais antiga de acabamento das armas, consiste em oxidar artificialmente o metal. O óxido, ou seja, a capa de óxido obtida é magnética, aderindo-se fortemente ao metal, isolando-o do contato com o ar úmido. Ao não formar com o metal um par elétrico, também não decompõe a água que se acumula em sua superfície, ficando, portanto, eliminada a causa da formação do óxido de ferro. A coloração do acabamento da arma oxidada é variada. Costuma oscilar do marrom-chocolate até o preto, passando pelo azul. Existem duas maneiras de agir: uma lenta, na qual o metal demora dias e algumas vezes, semanas, para adquirir a capa de óxido desejada, e a outra, rápida, porque esta oxidação é obtida em alguns minutos apenas. A melhor das duas é quase sempre aquela que foi produzida lentamente, proporcionando melhores resultados e qualidade do que a efetuada de forma rápida. Também se pode operar a peça a quente ou a frio, não havendo neste caso diferença de qualidade nos resultados.

MÉTODOS PARA OXIDAR

E importante, antes de se começar a efetuar a oxidação, a preparação da superfície metálica que será tratada. Como premissa a levar em consideração, o óleo e a graxa são inimigas da operação que será elaborada; se a peça não estiver livre da graxa, inclusive de marcas deixadas por dedos, pode acontecer a surpresa de que nesta pequena parte da superfície o óxido não se fixe total ou parcialmente. Assim, o primeiro passo será limpar e desengraxar a superfície. Supõe-se que o metal ou a peça sobre a qual se trabalha já está suficientemente polido e com todo o restante da ferrugem eliminada.
Para eliminar a graxa da peça a oxidar pode-se operar de várias maneiras, por exemplo, utilizar solvente de graxa, benzina, gasolina, álcool etc.

OXIDAÇÃO CINZA GRAFITE
Este método é um dos primeiros que se empregaram para se conseguir uma oxidação superficial, mas duradoura, de coloração cinza até marrom-claro. Dentro de um recipiente de ferro coloca-se uma cortiça de carvalho, que é aquecida até ser reduzida a cinzas. Então, enterram-se nelas as peças a serem oxidadas, que são retiradas de vez em quando para verificar se já adquiriram a coloração desejada que será tanto mais escura quanto maior o tempo de exposição às cinzas.

OXIDAÇÃO MARRON


E necessário preparar previamente as duas seguintes soluções (quantidades em gramas)

Solução I
Água ............................................................... 800
Perclorato de ferro líquido ...................................... 140
Clorato mercúrico ..................................................30
Acido nítrico a 36º C .............................................. 30
Sulfato de cobre ................................................... 30

Solução II
Água ..................................................................... 90
Sulfato potássico ....................................................... 100

Procedimento: Aplicam-se três camadas da composição I, usando um pincel metálico, tomando-se a precaução de não efetuá-las sem que estejam bem secas as precedentes.
Uma vez efetuada a operação, banham-se as peças assim operadas com a composição II. Transcorridos dez dias de contato, lavam-se as peças com água quente, secando-as com serragem, esfregando-as com um Pano de lã e finalmente, envernizando-as com azeite de linhaça.

OXIDAÇÃO AZULADA

Dispor-se-á de um recipiente em formato de caldeira, preferivelmente de ferro, onde será colocada uma capa de cal viva de uns seis centímetros de espessura. Coloca-se a peça sobre a capa com cuidado para não tocá-la com as mãos, cobrindo-a com outra capa de cal semelhante à anterior. Deve-se ter a precaução de que a peça permaneça entre estas duas capas; se, devido a seu peso, afundar, será necessário aumentar a espessura da primeira capa. Põe-se o recipiente no fogo, observando-o de quando em quando para verificar a coloração da peça, descobrindo-a um pouco com o auxílio de uma vareta e tornando a cobri-la imediatamente. Quando atingir a coloração desejada, tira-se do fogo a mesma, deixando-a que se esfrie, sem descobri-la. Quando estiver totalmente fria, será descoberta sem tocá-la com as mãos, recobrindo-a com uma capa de óleo mineral. A oxidação azulada obtida é superficial, mas duradoura.

Existe outro método, mais simples e semelhante ao anterior, no qual apenas o fogo intervém. E o seguinte: Uma vez preparada, a peça é coberta com uma capa de azeite vegetal, de oliva ou semente. E então colocada sobre um suporte refratário ou ao ar, presa por suas extremidades. Com um maçarico de gás, ir-se-á aquecendo-a progressivamente, começando por uma extremidade se a peça é longa, e avançando paulatinamente, conforme se perceba que a peça adquire a coloração azul e a capa de azeite se evapora completamente. Deve-se ter a precaução de que, em momento algum, a peça se ponha ao rubro, pois, além das transformações que sofreria o material, o óxido resultante seria uma capa sem aderência. Uma vez que se terminou de aquecer a peça, deixa-se que se esfrie ao ar. O aspecto adquirido será de uma cor azul apagada com alguma descoloração marrom. Quando ainda conserva calor é-lhe aplicada uma capa de óleo mineral. Ao esfriar completamente, a peça é limpa do óleo anterior e aplica-se-lhe uma nova capa, limpando-lhe o restante. Agora a cor se tomará de um azul metálico. A capa de óxido obtida será muito superficial e sem aderência, aconselhando-se, neste caso, envernizar a peça com urna laca ou verniz transparente a título de proteção.

OXIDAÇÃO NEGRA

Em um recipiente de ferro, nunca de alumínio, coloca-se uma quantidade de água suficiente para cobrir as peças que serão colocadas depois. A esta água, acrescenta-se igual quantidade em peso de soda cáustica, quer dizer, um quilo de soda para cada litro de água. E para cada quilo de soda cáustica, 300 gramas de nitrato de sódio. Uma vez que esta mistura esteja bem feita, é levada ao fogo e deixada até ferver; então, abaixa-se o fogo para que a fervura se faça lentamente; é quando, com um arame, se introduzem as peças a serem oxidadas, cuidando para que permaneçam totalmente cobertas. Ao fim de uns quinze minutos o processo terminou, podendo ser retiradas as peças e introduzi-las em água quente, com a qual serão lavadas repetidas vezes. E aconselhável, para eliminar completamente os vestígios de sais, ferver a água e introduzir as peças já oxidadas, deixando-as durante uns dez minutos. Em seguida, são secas e cobertas com uma abundante capa de óleo mineral. O resto do óleo é eliminado, esfregando- as depois com um pano limpo. A operação é repetida duas ou três vezes, Até que o pano permaneça limpo e seco.

Este processo é aplicável a qualquer tamanho de peça e a temperatura de trabalho gira ao redor de 90ºC. Se a peça atingir uma coloração esverdeada, deverá ser imediatamente retirada e lavada, polida novamente e então, reiniciada novamente a operação de oxidação, mas variando a proporção da mistura, com uma concentração menor de soda (o excesso de nitrato não prejudica, apenas escurece mais a peça).

Neste banho, nem tudo são vantagens: destrói o alumínio, as soldas de estanho, as ligas leves e supostamente, todo composto orgânico. A presença de cobre ou compostos deste (latão, bronze, etc.) pode destruir o banho, por depositar suas partículas de forma não uniforme na peça a oxidar.

Contudo, é bastante fácil de fabricar e de utilizar, obtendo-se com a prática resultados bastante satisfatórios.

Outro procedimento de excelentes resultados e também aconselhável para peças pequenas, consiste em submergi-las em um recipiente onde se encontra fundido pelo calor uma mistura de dois sais (2/3 de nitrato de potássio e 1/3 de nitrato de sódio). A temperatura de fusão desta mistura deve ser ao redor dos 340ºC, e a observação direta da peça a oxidar permitirá decidir quanto retira-la, para, em seguida, introduzi-la em um recipiente com água fervendo, que paralizará a mudança de tonalidade, deixando-a limpa e pronta para a lubrificação, uma vez que esteja totalmente seca.
Como referência, acrescenta-se que, em função da temperatura com que se aquece o aço, este adquire as tonalidades classificadas no quadro apresentado a seguir.

Quadro de coloração do aço em função de sua temperatura (.º C):

Amarelo-palha ...................... 220
Amarelo-ouro ....................... 240
Pardo ................................ 255
Púrpura ..............................265
Azul-claro ........................... 285
Azul-índigo. ......................... 295
Azul-escuro ......................... 315
Verde-água ......................... 332

Deve-se ter o cuidado de realizar estes procedimentos em ambiente bem ventilado. Usar equipamentos de proteção individual, tais como luvas, óculos de segurança para produtos químicos (o ideal é usar protetor facial) e proteção respiratória (gases ácidos). É bom lembrar que os vapores da soda produzem queimaduras na pele e vias respiratórias além de serem irritantes para os olhos. Como a temperatura que este banho de óxido alcança é muito elevada deve-se prever também proteção térmica.


NIQUELAGEM E DESNIQUELAGEM


Para extrair a niquelagem que possa existir, há dois meios: o mecânico e o químico. O mecânico consiste em um polimento a fundo, até que a niquelagem desapareça e sempre que possível deve-se recorrer a ele. O químico consiste em dissolver o níquel em uma mistura de ácido sulfúrico a 60º e ácido nítrico a 40°, sendo as proporções de 10 para 1, respectivamente. Este líquido dissolve rapidamente o níquel sem atacar sensivelmente o cobre. Se a arma possuir uma capa deste metal, para melhor fixação do níquel, é necessário polir muito bem antes de fazer a niquelagem ou a oxidação.

Para fazer a niquelagem sem a necessidade de utilizar a corrente elétrica, pode-se preparar uma solução de cloreto de zinco a 10 por 100 em água destilada e quando ela estiver dissolvida, adicionar 10 por 100 de sulfato de níquel. Neste preparado se colocam os objetos que serão niquelados, os quais deverão estar previamente desenferrujados; o sulfato de níquel tem que ser puro e a peça a niquelar totalmente encoberta pelo líquido.
Se tudo estiver correto, em meia hora, teremos conseguido a niquelagem da peça.
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Re: Restauração/Manutenção - Algumas dicas

Mensagempor Mandarim » 29/06/2014 - 17:34:31

Muito bom! Principalmente sobre oxidação que é o divisor de águas entre uma boa ou uma péssima restauração. {CLAP} ***

Sobre a coronha, me fez lembrar que quando adolescente fui reenvernizar a coronha de uma Rossi Dione anos 60 com verniz Copal (na época nem sabia que havia esse lance de verniz para interior e exterior) e ficou uma verdadeira mercadoria. Resumo final da ópera inacabada, para esconder o cagada, acabei pintando a coronha com tinta a óleo preta ... Rrsrsss

Ainda vou buscar esta Rossi para cuidar dela como realmente merece, afinal foi nela que me iniciei no tiro de ar comprimido.
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Re: Restauração/Manutenção - Algumas dicas

Mensagempor luisaurelio » 29/06/2014 - 22:22:36

Mandarim escreveu:Muito bom! Principalmente sobre oxidação que é o divisor de águas entre uma boa ou uma péssima restauração. {CLAP} ***

Opa
Obrigado, amigo.

Sobre a coronha, me fez lembrar que quando adolescente fui reenvernizar a coronha de uma Rossi Dione anos 60 com verniz Copal (na época nem sabia que havia esse lance de verniz para interior e exterior) e ficou uma verdadeira mercadoria. Resumo final da ópera inacabada, para esconder o cagada, acabei pintando a coronha com tinta a óleo preta ... Rrsrsss
Ainda vou buscar esta Rossi para cuidar dela como realmente merece, afinal foi nela que me iniciei no tiro de ar comprimido.


Opa.

Essa relíquia ainda existe? Então 'bora reformar ela, ué! :mrgreen:

Abs
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Alguém teria o conjunto de gatilho da b19 para vender?
Thiago 5,5
13/11/2019 - 08:57:18
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Antornogueira
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João Estevam
30/07/2018 - 15:41:16
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Davi_Ogata
13/06/2018 - 09:32:55
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luyz Hunter
07/06/2018 - 10:55:51
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